terça-feira, 31 de dezembro de 2013 By: Unknown

Como Fazer uma irrigação por gotejamento caseira

A irrigação é uma grande preocupação para quem lida com plantas. De modo geral, tanto em larga escala para os agricultores como em menor, para os que praticam jardinagem doméstica, a irrigação por gotejamento atende bem às necessidades. 
Existem diversos métodos de irrigação como, por exemplo, a irrigação por aspersão e por superfície, mas o gotejamento apresenta algumas vantagens sobre os demais. 
Com o gotejamento evita-se o desperdício de água, uma vez que o processo é constante e moderado. Outra qualidade deste método é evitar o acúmulo de água, bem como a propagação de insetos.

Instruções


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    Para realizar um sistema de gotejamento caseiro, pegue uma garrafa plástica (garrafa pet) e higienize bem o seu interior. A reutilização da garrafa pet contribui, ainda, para a manutenção do meio ambiente, além da economia e praticidade de elaboração. 
    Higienize e mantenha a tampa da garrafa, que será importante para o gotejamento. 
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    Faça um orifício no centro da tampa da garrafa. 
    O orifício pode ser feito através do contato feito por um prego quente ou com qualquer objeto cortante ou pontiagudo. 
    Lembre-se que o tamanho do orifício será proporcional à quantidade de água que será gotejada. Quanto maior o orifício, maior será a irrigação da planta, e vice-versa

Irrigação por gotejamento


Ta ai um vídeo pra ilustração de um Sistema de irrigação que nesse caso é a irrigação por gotejamento.
sexta-feira, 8 de março de 2013 By: Unknown

PREPARO E ADUBAÇÕES DO SOLO

Preparo do solo e adubação de pré-plantio

   Na implantação do pomar é imprescindível proceder à escolha adequada do local, bem como tomar medidas para melhorar as condições físicas do solo, através de subsolagem e aração profunda e as condições químicas, através de calagem e adubação. A definição da quantidade desses produtos a ser aplicada é feita através da análise do solo, que deve ser providenciada com 6 meses de antecedência.

   Nas situações de replantio total de áreas de pomares não afetados por podridões de raízes, deve-se também recorrer à análise do solo para definir as quantidades de calcário e adubo a aplicar em pré-plantio, bem como realizar subsolagem para romper as camadas compactadas. Deve-se eliminar completamente os restos vegetais da área. Especificamente para estas situações, deve ser usado na cova 50 g de fosfato monoamônico antes do plantio.

Adubação de Crescimento

  A adubação de crescimento é necessária para estimular o crescimento vegetativo e, por conseqüência, a formação das plantas durante os três primeiros anos. É constituída por adubo nitrogenado, em doses variáveis, conforme a idade das plantas.

  No sistema de Produção Integrada de Maçãs do Brasil não são admitidos fertilizantes que tenham em sua constituição substâncias tóxicas que podem contaminar o solo, especialmente aqueles que contenham metais pesados, toxinas, etc. ou então fertilizantes com problemas de contaminação biológica.

Adubação de manutenção (produção)

  A recomendação de adubação de manutenção deve considerar a análise foliar e de frutos, análise periódica do solo, idade das plantas, crescimento vegetativo, adubações anteriores, produções, tratos culturais e presença de sintomas de deficiências nutricionais.

  Nos pomares que tenham seguido as recomendações de adubação de pré-plantio e de adubação de crescimento, as quantidades a aplicar anualmente por hectare não devem ser superiores a 80 kg de N/ha, 50 kg de P2O5 /ha, 150 kg de K2O/ha, 20 kg de MgO/ha, 20 kg de ZnO/ha e 5 kg de Bórax/ha.

  Independentemente do teor foliar, não deve se aplicar potássio se o teor no solo for maior que 100 mg/L, na camada de 0 a 20 cm, e maior que 50 mg/L, na camada de 20 a 40 cm de profundidade.

  Para a cultura da macieira são necessárias aplicações foliares sistemáticas de cálcio, para evitar a ocorrência de distúrbios fisiológicos ligados a este nutriente, visando melhorar as condições de conservação da fruta. Os demais nutrientes devem ser aplicados por via foliar quando identificada a deficiência.

Fonte: EMBRAPA