Os
significados da sustentabilidade empresarial para o consumidor

No momento em que líderes do mundo inteiro se reúnem para
discutir o desenvolvimento sustentável, alguns questionamentos emergem como
primordiais ao debate: até que ponto falamos a mesma língua quando nos
referimos ao termo sustentabilidade? No que tange especificamente ao mundo dos
negócios, o que os consumidores entendem por atuação sustentável das empresas?
Na perspectiva da demanda, existe convergência entre as formas de definir e de
mensurar a sustentabilidade empresarial?
Para
as empresas, compreender o que os consumidores entendem por atuação sustentável
é essencial para o sucesso das políticas de sustentabilidade.
Afinal,
de nada adiantará o exercício de incorporar a sustentabilidade como princípio
norteador da gestão se a mensagem transmitida não é legível ao consumidor. Ou,
tão preocupante quanto, se as principais frentes de atuação escolhidas pelos
gestores dialogam pouco com as maiores expectativas da demanda.
Considerando
que grande parte das corporações brasileiras opera não apenas no território
nacional, é também importante analisar as diferenças de percepção entre os
diversos mercados.
Tomando-se
como exemplo uma empresa nacional, engajada em diversas frentes de atuação
sustentável, cujos consumidores estão no Brasil e em outros países, seria
possível utilizar apenas uma tática de comunicação da política de
sustentabilidade da organização? Provavelmente não.
A
menos que haja um consenso quanto ao que se espera de uma empresa sustentável
entre brasileiros e estrangeiros, o que é extremamente raro, a comunicação
necessita adequar-se à cultura de cada mercado.
Como
pré-requisito para pensar na adequação da comunicação sobre sustentabilidade
empresarial à forma como os consumidores enxergam e aos seus focos de
expectativas, as empresas precisam de uma atuação sustentável multifacetada. É
justamente essa diversidade de ações que ajudará os comunicadores a ajustar as
mensagens veiculadas de acordo com as necessidades de cada mercado. Mas isso
não pode implicar uma perda de identidade empresarial, conflito de princípios
organizacionais ou – uma decorrência natural quando as iniciativas batem de
frente com a percepção daquilo que a empresa deveria priorizar em função do seu
impacto – o aumento do ceticismo da demanda.
Desde
2001, o Monitor de Sustentabilidade Corporativa da Market Analysis contribui
para o alinhamento das políticas de atuação sustentável das empresas com as
percepções, opiniões e comportamentos dos consumidores. Neste Dossiê
Verde, discorremos sobre uma das principais investigações do MSC
2012: as formas pelas quais os consumidores definem o tema da
sustentabilidade empresarial e quais parâmetros a demanda utiliza para mensurar
a atuação sustentável.
Critérios
utilizados pelos consumidores para definir sustentabilidade empresarial
Como
o consumidor brasileiro define a atuação sustentável das empresas? Até que
ponto os mercados estrangeiros convergem com o nacional?
Ao
redor do mundo, cinco formas de definir a sustentabilidade empresarial
predominam: preservação ambiental, políticas internas, qualidade de
produtos e serviços, contribuição à economia nacional e ética.
No
Brasil, a sustentabilidade corporativa é sinônimo de preservação ambiental, uma
visão compartilhada por outros três grandes mercados: Canadá, Índia e
Austrália.
Com
certeza não se trata da única definição dos brasileiros sobre o tema nem que
seja conceituada assim para todos os setores da economia por igual, mas
representa a que congrega um número maior de opiniões entre os consumidores.
Já
o conceito de uma empresa sustentável como aquela que implementa boas práticas
de políticas internas predomina entre estadunidenses, franceses, alemães,
britânicos e russos, além de mexicanos, peruanos e chilenos.
O
quanto a corporação contribui para a economia nacional é o foco dos africanos,
espanhóis, gregos, indonésios e sul-coreanos. Já os chineses e paquistaneses
definem a partir dos produtos e serviços, enquanto argentinos e turcos se
voltam para a ética.
Em
termos de geografia e de blocos econômicos, apenas duas convergências de
destaque quanto à forma de definir sustentabilidade empresarial: 1) os africanos
entendem a atuação sustentável das empresas a partir do quanto elas contribuem
para as economias nacionais, uma evidência de que esses consumidores enxergam
as corporações como protagonistas do desenvolvimento do continente; 2) os
europeus se baseiam essencialmente no tema do trabalho e da geração de renda,
seja através da ênfase na qualidade de vida proporcionada aos colaboradores,
como na Alemanha, França, Reino Unido e Rússia, ou por meio do quanto as
empresas agregam valor à economia, como na Grécia e na Espanha.
Ao
aprofundar-se sobre a conceituação brasileira,
percebe-se que os consumidores utilizam principalmente duas
referências para
definir sustentabilidade corporativa:preservação ambiental (39%) e ações sociais (27%). Juntas, essas frentes de
atuação representam 66% da definição de empresa sustentável.
Com peso moderado, surgem as políticas internas (15%) e a contribuição à
economia nacional (8%). Por fim, aparecem, com pouca saliência, a governança
corporativa (3%), a qualidade dos produtos e serviços (2%), o patrocínio
esportivo (1%) e a gestão e imagem (1%).
Ao
se observar o principal patamar da definição dos consumidores brasileiros,
formado pela preservação ambiental em primeiro lugar e pelas ações sociais em
segundo, poderia se supor que há uma forte alusão aos temas centrais da Rio+20,
economia verde e erradicação da pobreza, respectivamente.
Contudo,
a ideia de uma proposta macroeconômica que possua como princípio norteador o
desenvolvimento da nação associado à manutenção dos ecossistemas e dos recursos
naturais ainda permanece fora do radar de compreensão dos brasileiros,
principalmente porque o público não consegue conectar os pontos, isto é, formar
uma visão sistêmica sobre a sustentabilidade, premissa básica para assimilar o
conceito de economia verde.
Ainda, esta
visão que privilegia apenas dois terços do triple bottom line pode acarretar dificuldades na hora de
compreender os impactos socioambientais de projetos que prezem pela alavancagem
econômica, tais como o Pré-Sal.
De
outra parte, as ações sociais sugeridas pela demanda remetem muito mais à
ampliação da disponibilidade de serviços básicos ao cidadão, como saúde,
educação e moradia, do que à ideia de erradicar a pobreza do Brasil ou do
mundo. Talvez pelo bom momento econômico que o país tem vivido nos últimos
anos, a pobreza sensibiliza menos os brasileiros hoje em dia do que no passado.
A
definição de empresa sustentável no Brasil tem se ancorado cada vez mais no pilar
ambiental: se, em 2005, 9% do público indicava a preservação do
meio ambiente como principal ação de sustentabilidade corporativa, hoje essa fatia já representa 39% dos brasileiros. De 2005 a 2010, as
ações sociais ganharam força, formando uma díade conceitual composta pelos
pilares da sociedade e do meio ambiente. Contudo, desde 2010, o pilar social
perdeu terreno e hoje a tendência é a de uma única frente dominante de
definição.
Além
da tendência de predominância da preservação ambiental como sinônimo de
sustentabilidade empresarial no Brasil e da perda de saliência das ações
sociais, o brasileiro também dá outros sinais de mudança na forma de definir o
tema: a) um dos pilares mais fortes nas definições ao redor do mundo, as políticas
internas voltam a ganhar espaço no Brasil, desde 2010; b) a
contribuição à economia nacional não parece mais ter forças como um atributo
determinante de atuação sustentável, como tinha até 2008, uma vez que após
grande queda, em 2010, estabilizou-se desde então; c) de forma distinta do que
ocorre nas discussões entre especialistas sobre sustentabilidade, os temas da governança
corporativa, da gestão e da qualidade se tornam cada vez mais secundários na
definição dos consumidores brasileiros.
Seria possível
imaginar que a qualidade dos produtos, bastante tangível
aos consumidores, desempenhasse o papel de protagonista na hora de identificar
o que uma empresa sustentável de fato faz. No entanto, o que se observa, na
prática, é uma queda do peso desse atributo, desde 2005,
quando chegou a ser citado por 11% do público e hoje reflete a opinião de uma
pequena minoria (2%). Trata-se de um retrato da desvinculação, em grande medida
prejudicial ao movimento de sustentabilidade corporativa no Brasil, entre
atuação sustentável da empresa como um todo e a avaliação da qualidade
(inclusive se sustentável ou não) do produto. Esse quadro também revela a falta
de conexão na mente dos consumidores entre a atuação ambiental das empresas e o
ciclo de vida dos produtos, uma vez que o atributo qualidade
surge desvinculado da cobrança por boa performance eco friendly.
Um
dos fatores determinantes na forma de definir sustentabilidade empresarial é o
grau de informação do consumidor brasileiro sobre o tema. Segmentamos o público
em dois grupos, os informados e os desinformados, e analisamos como cada um
define a atuação sustentável das empresas.
A
definição de atuação sustentável varia conforme o grau de exposição às
propagandas e notícias sobre o tema: a) entre os informados, o tamanho
da brecha entre a preservação ambiental e as ações sociais é muito maior do que
entre os desinformados; b)desinformados mencionam mais ações sociais e
contribuição à economia nacional. Esses resultados revelam um ponto crítico: o desafio
da comunicação e da educação para a sustentabilidade no Brasil é grande,
na medida em que se observa que a ideia de que “sustentável” equivale a
“eco-friendly” é ainda mais forte entre os informados.
Outra segmentação realizada revelou
mais uma peculiaridade brasileira: de um lado, os que definem sustentabilidade
a partir da preservação do meio ambiente; de outro, os que o fazem a partir de
ações sociais. Qual dos dois públicos é mais interessado?
Os consumidores que definem a atuação
sustentável empresarial como sinônimo de atuação proambiental estão
consideravelmente mais interessados do que os que o fazem como sinônimo de ação
social. De forma geral, o volume de interessados pelo tema no Brasil, neste
ano, é de 68%, mas essa fatia salta para 77% se tomarmos como foco de análise
apenas os que definem a partir do pilar ambiental, e cai para 59% quando se
considera apenas os que conceituam a partir das ações sociais.
Essa é uma prova de que as ações
ambientalmente amigáveis possuem um papel determinante na receptividade do
público brasileiro em relação ao assunto. A mensagem de que a sustentabilidade
empresarial envolve múltiplas frentes de atuação deve ser veiculada, porém não
é aconselhável negligenciar que o pilar ambiental alavanca o interesse dos
consumidores.
Esses
resultados indicam uma forte expectativa por mais e melhores projetos
ambientais, mas isso está longe de representar um convite aberto ao greenwashing.
Afinal, os mais informados são justamente os primeiros a descobrir tentativas
de maquiar ou forçar uma imagem verde sem respaldo. Para as empresas
oportunistas, o caminho da maquiagem verde pode até parecer promissor.
Porém, em um contexto de fluxo de informações intenso nas redes sociais, o qual
praticamente acompanha a velocidade da luz, o mais oportuno é ser transparente.
Analisando a convergência entre as
formas de definir e de mensurar a sustentabilidade empresarial
Se o consumidor brasileiro define a
atuação sustentável das empresas em primeiro lugar com base em ações de
preservação, em segundo de acordo com ações sociais e, em terceiro plano, a
partir do quanto a empresa oferece boas condições de trabalho para os seus
colaboradores, espera-se que esses mesmos critérios sejam usados no momento de
avaliar uma corporação em sustentabilidade.
Ainda, se apenas Brasil, Canadá, Índia
e Austrália colocam o pilar ambiental como principal eixo conceitual de
sustentabilidade empresarial, também se supõe que os brasileiros estejam acima
da média mundial em relação ao uso da atuação proambiental como critério de
julgamento da performance das empresas. Essas hipóteses se confirmam na
prática?

O
quanto uma empresa preserva o meio ambiente se constitui no principal driverde
apoio da atuação em sustentabilidade no mercado brasileiro. Esse é um
quadro restrito às fronteiras nacionais, uma vez que, ao redor do mundo, a
qualidade dos produtos e serviços, a gestão e imagem, e as ações sociais
possuem maior peso de impacto sobre a avaliação que os consumidores fazem
acerca da atuação sustentável das empresas.
Pode-se ainda afirmar que, entre os
brasileiros, o que uma corporação faz no pilar ambiental repercute na sua
avaliação tanto quanto o conjunto de ações sociais, políticas internas e
qualidade de produtos e serviços.
Esse resultado confirma ambas as
hipóteses descritas anteriormente: 1) o núcleo da definição brasileira
(preservação ambiental, ações sociais e políticas internas) se transforma na
principal plataforma de apoio das empresas tidas como melhores exemplos em
sustentabilidade; 2) o peso que os brasileiros atribuem ao pilar ambiental
supera em mais de quatro vezes a média mundial.
Até que ponto os critérios usados
pelos consumidores brasileiros para julgar a sustentabilidade das empresas se
assemelham aos encontrados entre os outros países do BRIC? Há mais diferenças
ou semelhanças entre emergentes e desenvolvidos?
O alinhamento entre Brasil, Rússia,
Índia e China se dá até certo ponto, e não permite falar em uma atitude
homogênea dos consumidores oriundos dos BRICs. Chineses, indianos e russos
apresentam certa convergência ao se alinhar à média mundial e utilizar como
principais parâmetros a qualidade dos produtos e serviços e a gestão das
empresas.
Na China, aliás, além de uma empresa
sustentável normalmente ser definida com base na qualidade dos seus produtos e
serviços, esse também é o atributo que mais determina o apoio aos bons
exemplos.
Na
Índia, como a empresa se comporta em termos de gestão e imagem constitui-se no
principal driver de apoio, apesar de a preservação
ambiental ser base de definição de corporação sustentável. Já na Rússia, a
qualidade dos produtos e a gestão possuem pesos equivalentes.
Entre os quatro países desenvolvidos
analisados, a divergência é considerável e bem maior do que a encontrada entre
os BRICs. Os franceses concordam em certa medida com os brasileiros ao utilizar
como parâmetro para avaliar a atuação sustentável o quanto as empresas
preservam o meio ambiente.
Na Alemanha, o principal foco está nas
políticas internas. Já no Reino Unido, a gestão e a imagem determinam mais o
apoio aos bons exemplos. Os estadunidenses, por sua vez, utilizam mais as ações
sociais como principal critério. O curioso é que, nos países desenvolvidos em
análise, à exceção da Alemanha, os consumidores não utilizam como parâmetro de
avaliação da atuação sustentável o seu principal conceito – as políticas
internas.
Isso provavelmente ocorre pela
dificuldade que parte da demanda enfrenta em observar como de fato as empresas
se relacionam com os seus colaboradores, fazendo com que seja necessário
utilizar outros parâmetros de avaliação mais acessíveis.
Esse
quadro diverso das plataformas de reputação sustentável ao redor do mundo
revela que as empresas do business to consumer (B2C) em escala internacional
necessitam de uma estratégia de sustentabilidade empresarial realmente
multifacetada.
Isso permite às organizações dialogar
com consumidores que possuem métricas distintas para avaliar a atuação
sustentável. Prova de que é arriscado apostar a maior parte dos investimentos
na preservação de uma mata nativa brasileira, por exemplo, alcançando boa
reputação na esfera nacional, e querer levar essa imagem de empresa sustentável
para outros mercados ao redor do mundo.
As empresas precisam estar alertas,
ainda, a mais um grande obstáculo na busca pelo alinhamento das políticas de
sustentabilidade com as demandas dos seus clientes: a brecha existente no
discurso dos consumidores entre a forma como o tema é definido e os critérios
utilizados na hora de julgar a atuação corporativa sustentável.
Se nem entre os formadores de opinião
sobre o assunto há convergência entre o conceito de sustentabilidade e a forma
de mensurar a atuação sustentável das empresas, a incoerência dos consumidores
pode ser considerada previsível.
Comparamos o cenário brasileiro com o
mundial quanto à relação entre formas de definir e de avaliar a atuação
sustentável. O tamanho da dissonância encontrada no Brasil é menor do que a
verificada ao redor do mundo: quanto mais o consumidor brasileiro se
utiliza de uma frente de atuação para definir o que é sustentabilidade
empresarial, mais ele tende a usar essa mesma frente como parâmetro de
avaliação de empresas.
Isso vale principalmente para
preservação ambiental, ações sociais e políticas internas. Apenas quanto à
contribuição da empresa para a economia nacional há uma discrepância entre o
uso dessa frente como sinônimo de atuação sustentável e a utilização como
parâmetro de avaliação: 8% dos consumidores a mencionam no momento de definir
sustentabilidade empresarial, mas ela não é utilizada como motivo de avaliação
positiva.
Ainda, aqui também fica evidente o
descompasso na mente dos consumidores brasileiros entre a cobrança por atuação
ambiental e por maior sustentabilidade da produção: enquanto a preservação da
natureza está no foco da demanda, a qualidade dos produtos é secundária.

O quadro global é razoavelmente
distinto.
Uma frente muito utilizada para definir
atuação sustentável não necessariamente é aproveitada quando se busca uma
avaliação da performance das empresas.
Com exceção das ações sociais,
bastante usadas tanto na definição como na avaliação, e do patrocínio esportivo
e cultural, pouco lembrado em ambas as dimensões em análise, todas as outras
frentes apresentam resultados dissonantes.
Essa dissonância entre as formas de
perceber e de avaliar a atuação sustentável é mais uma característica da
opinião pública sobre sustentabilidade empresarial.
Para as empresas inovadoras, há espaço
para ganhos futuros: na medida em que uma corporação consiga partir do mesmo
patamar conceitual da demanda e instrumentalizar o consumidor com indicadores
convergentes com o conceito predominante e que lhe sejam legíveis e tangíveis,
a redução dessa brecha pode ocorrer e trazer ganhos de reputação.
Os resultados do MSC ao longo da
última década demonstram que, quando os consumidores sabem identificar frentes
específicas de atuação, eles tendem a recompensar mais as empresas,
apontando-as como exemplos de sustentabilidade, comprando seus produtos e
divulgando uma imagem favorável nos círculos sociais.
O terreno das percepções dos
consumidores sobre sustentabilidade empresarial é realmente sinuoso. Contudo, a
opinião pública brasileira demonstra menor contradição em seu discurso quando
comparada ao resto do mundo, o que torna mais fácil a
comunicação e a educação para a sustentabilidade no Brasil. Para as empresas
que possuem consumidores em outros países, o desafio é o da adequação do foco
da comunicação, mas para isso é preciso haver uma atuação sólida e
multidimensional que subsidie tal estratégia.
Para
que as mensagens veiculadas não sejam encaradas como oportunistas pelos
consumidores, um dos melhores caminhos é o da comunicação de projetos
específicos, de preferência com resultados tangíveis.Essa tática melhora a receptividade,
diminui o ceticismo, alavanca a reputação sustentável e favorece as recompensas
em termos de compra e de propaganda boca a boca.
Na comunicação para a sustentabilidade
junto ao público brasileiro, a atuação ambiental sensibiliza como nunca. A
projeção é a de que a predominância desse pilar aumente no próximo ano,
considerando que 2012 é o momento da Rio+20. Trata-se de uma oportunidade ímpar
para as corporações ampliarem o engajamento com o desenvolvimento sustentável,
enfrentando a pendência da educação sobre o caráter sistêmico da
sustentabilidade.
As empresas têm grande potencial e
alcance de comunicação, podendo se comprometer com a informação sobre a relação
entre aspectos econômicos e ambientais, por exemplo, e favorecendo, assim, a
proposta de uma economia verde.





